Casei com a Márcia há três anos. Ela tinha trinta e oito na época. Corpo de mulher feita: peitos grandes e pesados, de pontas escuras que endureciam fácil, cintura ainda fina, bunda redonda e macia que balançava gostoso quando ela andava pela casa de calcinha. Gozava fácil, gemia alto quando eu comia com força, e dormia como uma pedra depois do remédio pra insônia. Eu gostava dela. Gostava de foder ela. Gostava de ver aqueles peitos balançando enquanto eu metia por trás. Mas o casamento nunca foi só sobre sexo. Era casa, rotina, alguém pra dividir a cama e o silêncio. O detalhe é que ela já vinha com um filho. Um puto de um filho gostoso.
Bruno. Dezenove anos quando a coisa começou de verdade. Filho único. Um metro e setenta e dois. Corpo de novinho que treina todo dia: peito liso e definido, barriga chapada com aqueles gominhos leves, braços veiosos, pernas compridas e uma bunda alta, redonda, firme pra caralho. O tipo de bunda que faz a sunga entrar no meio quando ele se abaixa pra pegar qualquer coisa. E o pau… eu descobri o pau dele devagar. Grosso, veias saltadas, a cabeça sempre rosada e úmida quando me provocava. Mesmo mole já marcava a cueca preta que ele insistia em usar pela casa o dia inteiro. Eu sempre fui hetero. Sempre gostei de mulher. Mas novinho de bunda gostosa e pau marcado sempre estava sendo meu ponto fraco. E o Bruno parecia saber disso desde o primeiro dia.
Certo dia estávamos na praia do condomínio. Eu de sunga preta, o pau já meio marcado de tanto olhar. Bruno de sunga branca justa pra caralho. Quando ele saiu da água, o tecido colado no corpo, o pau mole mas grosso, a marca clara demais, a sunga entrando fundo no meio da bunda. Ele passou por mim, parou deliberadamente, e me olhou nos olhos. Segurou o olhar. Não desviou. Eu senti o pau mexer dentro da sunga, engrossando na hora. Depois foi em casa, ele começou a andar só de cueca. Cueca preta, justa, o pau balançando de leve a cada passo. Deitava no sofá com as pernas abertas demais, a mão às vezes descendo disfarçada pela barriga. “Esquecia” a toalha no banheiro e saía nu pelo corredor exatamente quando eu estava saindo do quarto. Um dia, na cozinha, se esfregou em mim por trás, o pau semi-duro batendo na minha coxa, e murmurou um “desculpa, padrasto” com um sorrisinho safado no canto da boca.
A troca de olhares virou constante. Eu entrava na sala, ele levantava os olhos do celular e segurava. Eu segurava de volta. O silêncio ficava pesado. O pau dele marcava. O meu também. Até a noite em que a porta ficou entreaberta, Márcia já tinha tomado o remédio. Estava de quatro no meio da nossa cama, a cara afundada no travesseiro, os peitos pesados balançando a cada estocada. Eu estava atrás dela, segurando os quadris com força, o pau sumindo inteiro na buceta molhada e quente. O barulho era sujo: pele batendo, o som molhado da minha piroca entrando e saindo, os gemidos abafados dela contra o tecido do travesseiro. Eu metia fundo, sem pressa, sentindo ela apertar em volta de mim toda vez que eu ia até o saco. Foi aí que olhei pro corredor.
A porta estava só um pouco aberta. No escuro, a silhueta do Bruno. Ele estava parado, de cueca preta, uma mão dentro do tecido, se masturbando devagar enquanto assistia o padrasto comer a mãe. Nossos olhos se travaram. Eu não parei. Continuei fodendo a Márcia com força, o pau entrando e saindo, as bolas batendo, enquanto olhava direto pro filho dela. Ele apertou o próprio pau com mais força, a respiração acelerada, e continuou batendo, sem desviar o olhar.
Eu acelerei. Segurei o cabelo da Márcia, forcei o rosto dela ainda mais fundo no travesseiro e socava pesado, o barulho enchendo o quarto. Ela gemia alto, abafado, a bunda tremendo a cada estocada. Eu olhava pro Bruno o tempo todo. Via a mão dele se movendo mais rápido dentro da cueca. Via o volume grosso sendo apertado. Via o jeito que ele mordia o lábio inferior enquanto assistia. Quando senti que ia gozar, enfiei até o fundo, segurei os quadris dela com força e jorrei dentro da buceta da Márcia, gemendo baixo, ainda olhando pro corredor. O corpo dela tremeu sob o meu. Eu continuei pulsando, enchendo ela, enquanto o Bruno, do outro lado da porta, apertava o pau e gozava dentro da própria cueca, os olhos ainda presos nos meus. Ele não correu, ficou ali mais uns segundos, a mão ainda dentro do tecido molhado, respirando pesado. Depois sumiu no escuro do corredor.
Eu saí de dentro da Márcia devagar, o pau ainda latejando, escorrendo. Ela já estava quase apagada, a cara afundada no travesseiro, o remédio fazendo efeito. Eu fiquei sentado na beira da cama, olhando pra porta entreaberta, o coração batendo forte demais. Naquela noite eu soube que não tinha mais volta.
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