ENQUANTO A MÃE DORMIA | 01



Eu me chamo Gustavo. Quarenta e dois anos. Um metro e oitenta e cinco. Ombros largos, peito peludo e definido, a pele sempre um pouco bronzeada de tanto sol e academia. Barriga ainda marcada, aqueles gominhos que não sumiram nem depois dos quarenta. Braços grossos, veias saltadas quando aperto qualquer coisa com força. Coxas fortes, de quem nunca parou de jogar futebol. E o pau… o pau sempre foi o meu cartão de visitas. Grosso na base, pesado, comprido o bastante pra fazer qualquer um engasgar. A cabeça larga e rosada que fica quase roxa quando está duro de verdade. Mesmo mole ele já marca a cueca. Quando fica duro, a marca fica obscena, impossível de esconder.
Sempre fui hetero. Sempre. Comi mulher pra caralho a vida inteira. Gostava de peito pesado na mão, de buceta molhada escorrendo, de gemido feminino abafado no travesseiro. Mas tinha um ponto fraco escondido, um que eu nunca admitia em voz alta: putaria entre machos. Quando era mais novo, saía com caras por dinheiro. Nada de namoro, nada de sentimento. Só a grana fácil e a boca quente de um homem engolindo meu pau até o fundo. Mulher reclamava, fazia careta, pedia pra ir com calma. Viado não. Viado engolia tudo, babava, engasgava e ainda pedia mais. De vez em quando rolava banheirão também: mictório de shopping, banheiro de rodoviária, aquele cheiro de mijo e desinfetante enquanto alguém ajoelhava na minha frente e chupava com fome. Eu gozava rápido e ia embora fingindo que aquilo nunca tinha acontecido. Era só putaria.

Casei com a Márcia há três anos. Ela tinha trinta e oito na época. Corpo de mulher feita: peitos grandes e pesados, de pontas escuras que endureciam fácil, cintura ainda fina, bunda redonda e macia que balançava gostoso quando ela andava pela casa de calcinha. Gozava fácil, gemia alto quando eu comia com força, e dormia como uma pedra depois do remédio pra insônia. Eu gostava dela. Gostava de foder ela. Gostava de ver aqueles peitos balançando enquanto eu metia por trás. Mas o casamento nunca foi só sobre sexo. Era casa, rotina, alguém pra dividir a cama e o silêncio. O detalhe é que ela já vinha com um filho. Um puto de um filho gostoso.
Bruno. Dezenove anos quando a coisa começou de verdade. Filho único. Um metro e setenta e dois. Corpo de novinho que treina todo dia: peito liso e definido, barriga chapada com aqueles gominhos leves, braços veiosos, pernas compridas e uma bunda alta, redonda, firme pra caralho. O tipo de bunda que faz a sunga entrar no meio quando ele se abaixa pra pegar qualquer coisa. E o pau… eu descobri o pau dele devagar. Grosso, veias saltadas, a cabeça sempre rosada e úmida quando me provocava. Mesmo mole já marcava a cueca preta que ele insistia em usar pela casa o dia inteiro. Eu sempre fui hetero. Sempre gostei de mulher. Mas novinho de bunda gostosa e pau marcado sempre estava sendo meu ponto fraco. E o Bruno parecia saber disso desde o primeiro dia.
Certo dia estávamos na praia do condomínio. Eu de sunga preta, o pau já meio marcado de tanto olhar. Bruno de sunga branca justa pra caralho. Quando ele saiu da água, o tecido colado no corpo, o pau mole mas grosso, a marca clara demais, a sunga entrando fundo no meio da bunda. Ele passou por mim, parou deliberadamente, e me olhou nos olhos. Segurou o olhar. Não desviou. Eu senti o pau mexer dentro da sunga, engrossando na hora. Depois foi em casa, ele começou a andar só de cueca. Cueca preta, justa, o pau balançando de leve a cada passo. Deitava no sofá com as pernas abertas demais, a mão às vezes descendo disfarçada pela barriga. “Esquecia” a toalha no banheiro e saía nu pelo corredor exatamente quando eu estava saindo do quarto. Um dia, na cozinha, se esfregou em mim por trás, o pau semi-duro batendo na minha coxa, e murmurou um “desculpa, padrasto” com um sorrisinho safado no canto da boca.
A troca de olhares virou constante. Eu entrava na sala, ele levantava os olhos do celular e segurava. Eu segurava de volta. O silêncio ficava pesado. O pau dele marcava. O meu também. Até a noite em que a porta ficou entreaberta, Márcia já tinha tomado o remédio. Estava de quatro no meio da nossa cama, a cara afundada no travesseiro, os peitos pesados balançando a cada estocada. Eu estava atrás dela, segurando os quadris com força, o pau sumindo inteiro na buceta molhada e quente. O barulho era sujo: pele batendo, o som molhado da minha piroca entrando e saindo, os gemidos abafados dela contra o tecido do travesseiro. Eu metia fundo, sem pressa, sentindo ela apertar em volta de mim toda vez que eu ia até o saco. Foi aí que olhei pro corredor.
A porta estava só um pouco aberta. No escuro, a silhueta do Bruno. Ele estava parado, de cueca preta, uma mão dentro do tecido, se masturbando devagar enquanto assistia o padrasto comer a mãe. Nossos olhos se travaram. Eu não parei. Continuei fodendo a Márcia com força, o pau entrando e saindo, as bolas batendo, enquanto olhava direto pro filho dela. Ele apertou o próprio pau com mais força, a respiração acelerada, e continuou batendo, sem desviar o olhar.
Eu acelerei. Segurei o cabelo da Márcia, forcei o rosto dela ainda mais fundo no travesseiro e socava pesado, o barulho enchendo o quarto. Ela gemia alto, abafado, a bunda tremendo a cada estocada. Eu olhava pro Bruno o tempo todo. Via a mão dele se movendo mais rápido dentro da cueca. Via o volume grosso sendo apertado. Via o jeito que ele mordia o lábio inferior enquanto assistia. Quando senti que ia gozar, enfiei até o fundo, segurei os quadris dela com força e jorrei dentro da buceta da Márcia, gemendo baixo, ainda olhando pro corredor. O corpo dela tremeu sob o meu. Eu continuei pulsando, enchendo ela, enquanto o Bruno, do outro lado da porta, apertava o pau e gozava dentro da própria cueca, os olhos ainda presos nos meus. Ele não correu, ficou ali mais uns segundos, a mão ainda dentro do tecido molhado, respirando pesado. Depois sumiu no escuro do corredor.
Eu saí de dentro da Márcia devagar, o pau ainda latejando, escorrendo. Ela já estava quase apagada, a cara afundada no travesseiro, o remédio fazendo efeito. Eu fiquei sentado na beira da cama, olhando pra porta entreaberta, o coração batendo forte demais. Naquela noite eu soube que não tinha mais volta.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico contosleao

Nome do conto:
ENQUANTO A MÃE DORMIA | 01

Codigo do conto:
273351

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/09/2026

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